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Vacinas para a Índia: febre tifoide, malária e o que precisa (2026)

Vai à Índia? Febre tifoide e hepatite A mesmo em viagens curtas, malária em grande parte do país e regras de febre amarela a ter em conta. Saiba quando marcar.

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Taj Mahal e espelho de água em Agra, Índia.
Pexels

Informação de carácter geral — não substitui consulta médica. Horários dos centros de vacinação podem alterar-se.

English, for people living in Portugal and travelling from here: Vaccines for India.

A Índia pede um pouco mais de preparação do que um destino de praia. Não por causa de uma vacina obrigatória, mas porque doenças transmitidas por água e alimentos — sobretudo a febre tifoide — são frequentes, e porque há malária em grande parte do país.

Uma consulta do viajante (39 €) cruza o roteiro e a época com o boletim.

Vacinas para a Índia: febre tifoide, hepatite A e malária em Deli e Mumbai
Vacinas para a Índia: febre tifoide, hepatite A e malária em Deli e Mumbai

Resumo rápido

  • Obrigatório à entrada (voo de Portugal): nenhuma vacina. Mas atenção à febre amarela se chegar de África ou da América do Sul (ver abaixo).
  • Febre tifoide e hepatite A: recomendadas pelo CDC mesmo para viagens curtas.
  • Malária: risco em grande parte do país, incluindo Mumbai e Nova Deli. Sem risco acima dos 2000 metros.
  • Outras vacinas: hepatite B, raiva e encefalite japonesa conforme a duração e o tipo de viagem.
  • Quando marcar: 6 a 8 semanas antes.

Febre amarela: cuidado com o percurso

A Índia não tem febre amarela e o CDC não recomenda a vacina para a viagem em si. Mas as regras de entrada são das mais rigorosas do mundo.

Um viajante com 9 meses ou mais que chegue sem certificado nos 6 dias seguintes a ter estado num país com risco de febre amarela — incluindo, em certos casos, escalas — pode ficar em isolamento até 6 dias.

A lista da Índia inclui, entre outros, Angola, Brasil, Quénia, Etiópia, Nigéria, Gana e Uganda. Se o roteiro combina a Índia com algum destes países, ou se faz escala longa em Adis Abeba ou Nairobi, precisa da vacina — dada nos Centros de Vacinação Internacional, pelo menos 10 dias antes. Guia da vacina: febre amarela. Não se toma na CUF.

Febre tifoide e hepatite A: as prioridades

  • Febre tifoide: a Índia e o sul da Ásia concentram a grande maioria dos casos de febre tifoide em viajantes, e muitas estirpes são resistentes a antibióticos. O CDC recomenda a vacina mesmo para viagens curtas.
  • Hepatite A: recomendada para todos os viajantes não vacinados a partir de 1 ano de idade.

Isto aplica-se tanto a um hotel de cinco estrelas em Deli como a uma guesthouse em Varanasi. Mais contexto: malária e hepatite A/B.

Malária

Segundo o CDC, há transmissão de malária em todo o país, incluindo Mumbai e Nova Deli, exceto em zonas acima dos 2000 metros (partes dos Himalaias, Ladakh, Sikkim e zonas altas do sul). O CDC recomenda medicação preventiva para as zonas de transmissão (atovaquona-proguanil, doxiciclina, mefloquina ou tafenoquina). A receita sai da consulta: profilaxia da malária.

Na prática, o risco varia muito conforme a região, a época (maior durante e depois das monções) e o tipo de viagem. Algumas orientações europeias são mais selectivas que as do CDC para roteiros urbanos curtos. É por isso que esta decisão deve ser tomada numa consulta, com o seu roteiro à frente.

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  • 39 € · consulta por videochamada
  • Receita e plano de vacinas no próprio dia, quando indicados
  • Vacinas pagas à parte, num Centro de Vacinação Internacional

Em todos os casos: repelente, protecção ao fim do dia e à noite, e qualquer febre durante ou após a viagem é uma urgência — diga sempre que esteve na Índia.

Outras vacinas a considerar

  • Hepatite B: recomendada pelo CDC para viajantes não vacinados com menos de 60 anos; especialmente importante se prevê tratamentos médicos ou dentários, tatuagens ou estadia longa.
  • Raiva: a Índia tem o maior peso de raiva do mundo, e a imunoglobulina nem sempre está disponível no local. A vacina preventiva simplifica muito o tratamento após uma mordedura. Considere-a para estadias longas, zonas rurais, trekking ou contacto com animais (incluindo macacos).
  • Encefalite japonesa: recomendada para quem fica um mês ou mais em zonas de risco, vai viver para lá ou viaja frequentemente; a considerar em viagens curtas com muito tempo em zonas rurais. Não recomendada para viagens curtas só a cidades.
  • Cólera: apenas em situações específicas.
  • Vacinas de rotina: Programa Nacional de Vacinação em dia, incluindo sarampo.

Com quanta antecedência deve marcar

Quando O que fazer
6–8 semanas antes Consulta do viajante; início das vacinas de várias doses (raiva, encefalite japonesa, hepatite B)
2 semanas antes Febre tifoide e hepatite A já feitas, idealmente
1–2 semanas antes Levantar a medicação para a malária, se indicada
Última hora Ainda útil: hepatite A e febre tifoide dão protecção relevante mesmo em cima da data

Perguntas frequentes

O que significa o semáforo dos centros de vacinação?
Verde: atenderam com facilidade na auditoria Lon Clinic. Amarelo: pode ser preciso insistir. Vermelho: contacto difícil. Cinzento: ainda sem chamada nossa. Não classifica a qualidade clínica — só se o telefone atende.

Vou à Índia no Natal ou no Ano Novo. Quando marco a consulta?

Já, em Outubro: se a raiva, a encefalite japonesa ou a hepatite B estiverem em causa, os esquemas precisam de 6 a 8 semanas. Veja os prazos para cada destino em vacinas para viajar no Natal e Ano Novo.

Preciso de alguma vacina obrigatória para a Índia?

Não, se viajar directamente de Portugal. Sim, se tiver estado recentemente num país com risco de febre amarela.

Vou só ao Triângulo Dourado (Deli, Agra, Jaipur). Preciso de comprimidos para a malária?

O CDC recomenda para as zonas de transmissão, que incluem estas cidades. Outras orientações são mais selectivas. Decida com o médico, conforme a época e o tipo de viagem.

Vou fazer um tratamento médico ou dentário na Índia. Muda alguma coisa?

Sim — a hepatite B passa a ser especialmente importante.

Marque a consulta do viajante

Outros destinos

Fontes

Este artigo é informativo e não substitui uma consulta médica. Os requisitos de entrada podem mudar; confirme sempre antes de viajar.

Vila costeira em Portugal
Consulta do viajante · Lon Clinic

Hoje ou amanhã

39 € · consulta do viajante online

Agendamento direto — a vacina toma-se depois num Centro de Vacinação Internacional

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Enquanto a maioria dos serviços pede 4 a 8 semanas de antecedência, a Lon Clinic marca a consulta para hoje ou amanhã. 39 €. A vacina toma-se depois num Centro de Vacinação Internacional.

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