Saltar para o conteúdo
Especialidades Viajante Psicologia Nutrição Magazine Equipa Login Fale com um médico

Viajante

Vacinas para safari no Quénia e na Tanzânia (e Zanzibar) — 2026

Safari no Quénia, Tanzânia ou Zanzibar? Febre amarela, malária e a armadilha da combinação dos dois países. Saiba o que precisa e quando marcar.

Partilhar WhatsApp
Paisagem e vida selvagem na savana do Quénia.
Pexels

Informação de carácter geral — não substitui consulta médica. Horários dos centros de vacinação podem alterar-se.

English, for people living in Portugal and travelling from here: Safari in Kenya and Tanzania.

Masai Mara, Serengeti, Kilimanjaro, Zanzibar — muitas viagens à África Oriental combinam os dois países. É precisamente essa combinação que cria a dúvida mais comum: a febre amarela é obrigatória ou não? A resposta depende da ordem e das escalas.

Uma consulta do viajante (39 €) vê o roteiro completo, escalas incluídas.

Safari no Quénia e na Tanzânia: febre amarela e malária, incluindo Zanzibar
Safari no Quénia e na Tanzânia: febre amarela e malária, incluindo Zanzibar

Resumo rápido

Quénia Tanzânia (incl. Zanzibar)
Febre amarela — recomendação CDC Recomendada para a maior parte do país (inclui o Masai Mara) Geralmente não recomendada
Febre amarela — entrada Exigida se chegar de país com risco Exigida se chegar de país com risco, incluindo o Quénia e escalas de mais de 12 h
Malária Todo o país abaixo dos 2500 m, incluindo parques Todo o país abaixo dos 1800 m, incluindo Zanzibar
Comprimidos para a malária Sim (excepto centro de Nairobi) Sim

Quando marcar: 6 a 8 semanas antes. A febre amarela tem de ser dada pelo menos 10 dias antes.

Febre amarela: a armadilha da viagem combinada

Quénia: o CDC recomenda a vacina para quem tem 9 meses ou mais, excepto se a viagem se limitar à cidade de Nairobi, aos condados do antigo Nordeste (Mandera, Wajir, Garissa) ou à costa (Mombaça, Malindi, Lamu, Kilifi, Kwale, Tana River). Ou seja: para um safari no Masai Mara, a vacina é recomendada. Para entrar, o Quénia só exige certificado a quem chega de países com risco.

Tanzânia: o risco de febre amarela é baixo e a Tanzânia não está na lista da OMS de países com risco. O CDC geralmente não recomenda a vacina. Mas a Tanzânia exige certificado a quem chega de um país com risco — e o Quénia é um deles —, incluindo escalas de mais de 12 horas.

Na prática:

  • Só Tanzânia, voo sem escala longa em país de risco: não precisa.
  • Quénia → Tanzânia (ou escala em Nairobi ou Adis Abeba): precisa do certificado.
  • Qualquer safari no Quénia fora de Nairobi e da costa: recomendada.

Se o roteiro seguir depois para outros destinos (por exemplo, Índia ou Cabo Verde), ter estado no Quénia pode também tornar o certificado obrigatório aí.

A vacina é dada nos Centros de Vacinação Internacional (CVI), pelo menos 10 dias antes da chegada. Veja a lista de CVI em Portugal. Guia da vacina: febre amarela. Não se toma na CUF.

Malária: sim, também nos safaris

Quénia: transmissão em todas as zonas abaixo dos 2500 metros, incluindo os parques de safari. Casos raros apenas no centro urbano de Nairobi.

Tanzânia: transmissão em todas as zonas abaixo dos 1800 metros — Serengeti, Tarangire, Lago Manyara, Nyerere, Ruaha e a costa. Zanzibar tem feito progressos no controlo da malária, mas o CDC indica que a transmissão continua a ocorrer no arquipélago.

Consulta do viajante · videoconsulta

Prepare a viagem com um plano de vacinas personalizado

  • 39 € · consulta por videochamada
  • Receita e plano de vacinas no próprio dia, quando indicados
  • Vacinas pagas à parte, num Centro de Vacinação Internacional

Em ambos os países, a malária é sobretudo falciparum (a forma mais grave) e resistente à cloroquina. O CDC recomenda medicação preventiva: atovaquona-proguanil, doxiciclina, mefloquina ou tafenoquina. A escolha depende da duração, da sua saúde e de outros medicamentos. A receita sai da consulta: profilaxia da malária.

Além dos comprimidos: repelente, roupa comprida ao fim do dia, rede mosquiteira. Qualquer febre durante ou depois da viagem é uma urgência.

Kilimanjaro e altitude

Nas zonas altas do Kilimanjaro e do Monte Meru não há malária, mas as zonas de acesso e os dias antes e depois da subida contam. Se vai subir o Kilimanjaro, fale também sobre mal de altitude na consulta.

Outras vacinas a considerar

  • Hepatite A e febre tifoide: recomendadas para a maioria dos viajantes.
  • Hepatite B: estadias longas ou possibilidade de tratamentos médicos.
  • Raiva: contacto com animais, estadias longas, zonas remotas longe de cuidados médicos.
  • Meningite e cólera: em situações específicas, a avaliar.
  • Vacinas de rotina: Programa Nacional de Vacinação em dia.

Mais contexto: malária e hepatite A/B.

Com quanta antecedência deve marcar

Quando O que fazer
6–8 semanas antes Consulta do viajante, com o roteiro completo e as escalas
Pelo menos 10 dias antes Vacina da febre amarela
1–2 semanas antes Levantar a medicação para a malária
Última hora Contacte-nos — a malária pode ser tratada a tempo; a febre amarela é o ponto crítico

Perguntas frequentes

O que significa o semáforo dos centros de vacinação?
Verde: atenderam com facilidade na auditoria Lon Clinic. Amarelo: pode ser preciso insistir. Vermelho: contacto difícil. Cinzento: ainda sem chamada nossa. Não classifica a qualidade clínica — só se o telefone atende.

Vou só a Zanzibar. Preciso da vacina da febre amarela?

Não, se não chegar de um país com risco nem fizer escala longa num. Mas atenção às ligações por Nairobi ou Adis Abeba.

Preciso de comprimidos para a malária em Zanzibar?

O CDC indica que ainda há transmissão no arquipélago e sugere considerar a prevenção para todos os viajantes à Tanzânia. Decida com o médico.

Vou fazer safari no Quénia e depois praia na Tanzânia. O que preciso?

Vacina da febre amarela (recomendada para o Quénia e exigida à entrada na Tanzânia) e medicação para a malária para os dois países.

Marque a consulta do viajante

Outros destinos

Fontes

Este artigo é informativo e não substitui uma consulta médica. Os requisitos de entrada podem mudar; confirme sempre antes de viajar.

Vila costeira em Portugal
Consulta do viajante · Lon Clinic

Hoje ou amanhã

39 € · consulta do viajante online

Agendamento direto — a vacina toma-se depois num Centro de Vacinação Internacional

Ver disponibilidade desta semana

Viagem

Consulta do viajante online em Portugal.

Enquanto a maioria dos serviços pede 4 a 8 semanas de antecedência, a Lon Clinic marca a consulta para hoje ou amanhã. 39 €. A vacina toma-se depois num Centro de Vacinação Internacional.

Ver a clínica do viajante